
terça-feira, 6 de setembro de 2011
OWASP AppSecLatam 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Prejuízo de empresas com cibertaques pode chegar a US$ 1,7 milhão
Quando 3.330 profissionais de tecnologia da informação foram entrevistados sobre cibersegurança, eles afirmaram que os ataques de códigos maliciosos são o principal tipo de violação que suas empresas sofreram no ano passado, embora “ações internas não intencionais” de funcionários também tenham causado muitos danos.
Enquanto 73% dos entrevistados na pesquisa “2011 State of Security”, patrocinada pela Symantec, disseram que os ciberataques eram mínimos, 21% afirmaram que eles ocorrem “regularmente”, e 6% indicou que sofreram “um grande número” de invasões em 2010.
Quando ciberataques ocorrem, os custos principais estavam relacionados ao “período de inatividade” e com “perda de produtividade”, de acordo com os profissionais de TI nos setores financeiro, manufatura, tecnologia de ponta, saúde, imobiliário, energia entre outros que responderam à pesquisa.
Os participantes da pesquisa também indicaram que consideram “ataques direcionados”, “hackers” e “espionagem industrial” como significativas ameaças à segurança de suas organizações, embora “funcionários bem-intencionados” quem, inadvertidamente, causam problemas de segurança, também tenham sido bastante citados.
Isso se deve à grande dor de cabeça originada pelo surgimento dos ataques com engenharia social a funcionários das empresas, via redes sociais, que envolvem enganar empregados para que eles baixem códigos maliciosos, de acordo com Ashish Mohindroo, diretor sênior de marketing de produtos da Symantec.
O estudo informa que a média de perda de produtividade nos últimos 12 meses foi de 915 mil dólares. Quando foi determinado que um ciberataque levava à perda ou prejuízos no relacionamento com o cliente, o montante passou a ser 1,14 milhão de dólares durante o ano passado, e a perda de dados importantes ficou avaliada em 1,7 milhão de dólares.
Quando perguntado sobre a efetividade das salvaguardas para conter ciberataques, o melhor método foi visto como “manter atualizações de correções e definições de arquivos”, e “perímetro de segurança”, o que só serve para mostrar que quanto mais as coisas mudam, mais elas tendem a ficar iguais.
(Ellen Messmer)
Fonte: Network World (US)
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
DISI '11
[09:00 - 09:30] Abertura do Evento
[09:30 - 10:20] Como se Proteger no Mundo Digital: Cuidados Básicos
Palestrante: André Landim (CAIS/RNP)[10:20 - 11:10] Proteja seu Dinheiro contra as Fraudes da Internet
Palestrante: Altieres Rohr (G1)[11:10 - 11:30] Intervalo (coffee-break)
[11:30 - 12:20] Redes Sociais: Virtudes e Defeitos Colaterais da Nova Comunicação Digital.
Palestrante: Marcelo Tas[12:20 - 14:00] Intervalo (Almoço)
[14:00 - 14:50] Conveniência.com e a Segurança da Informação
Palestrante: Luiz Eduardo (SpiderLabs/TrustWave)[14:50 - 15:40] F@mília Digital Protegida – desafios da educação da nova geração
Palestrante: Viviane Luswarghi (PPP Treinamentos)[15:40 - 16:00] Intervalo (coffee-break)
[16:00 - 16:50] Crimes Cibernéticos e Direito Aplicado ao Mundo Virtual
Palestrante: Gerson Charbel (Superior Tribunal Militar)[16:50 - 17:00] Encerramento
Fonte: DISI '11
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Fraudes eletrônicas aumentam perdas em 36%
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Hacker faz caixas eletrônicos 'cuspirem' dinheiro remotamente
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Hacker usa Google Street View para localizar suas vítimas
Técnica usa sites com JavaScript para conseguir endereço MAC do roteador e logo depois o serviço de mapas do Google para achar a pessoa.
Um hacker chamado Samy Kamkar demonstrou durante a conferência de segurança Black Hat, uma técnica que usa dados de geolocalização e Javascript do Google Street View para perseguir suas vítimas.
Segurança barra uso do Google Apps nas empresas
A computação em nuvem foi um dos principais temas abordados na conferência Catalyst Burton Group, que aconteceu na última semana, nos Estados Unidos. Mas, ao entrevistar o público presente no evento, as respostas sugerem que a gigante de buscas e outros provedores de computação ainda têm um caminho para percorrer, se quiserem a confiança dos especialistas de que o seu modelo de segurança é realmente adequado.
Primeiro é importante destacar que, embora considerem que os Google Apps ainda precisam de alguns recursos avançados já disponíveis no Microsoft Office, os profissionais de TI reconhecem que estão impressionados com as capacidades da ferramenta para colaboração na Web.
“A capacidade de colaboração em documentos em tempo real tem sido útil no trabalho. Mas as limitações do Google Docs se tornam logo aparentes para quem precisa de tabelas dinâmicas e planilhas com outras ferramentas especializadas”, disse Jonathan LaChance, gerente de rede global e telecom da National Instruments, em Austin (EUA).
Mas, durante a conferência, outros profissionais declararam que as preocupações de segurança relacionadas ao Gmail os impediriam de mudar o atual sistema de correio eletrônico interno.
"Há muitas coisas boas nos Google Apps para nossos alunos, mas para nossa faculdade e funcionários, por questões de segurança, preferimos manter nosso próprio sistema", declarou Eddie Sorensen, diretor sênior de serviços de infra-estrutura da Utah Valley University.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Duro de Matar 4.0???
Por IDG News Service
Publicada em 27 de julho de 2010 às 07h30
A descoberta da semana passada de um sofisticado malware que tem como alvo um controle de software feito pela Siemens AG tem renovado preocupações antigas em relação à vulnerabilidade da estrutura de energia elétrica dos Estados Unidos frente a ataques cibernéticos.
O programa de malware, chamado Struxnet, é desenvolvido para se aproveitar de uma falha 0-day do Windows para encontrar e roubar dados industriais sobre os sistemas Scada (Supervisory Control and Data Acquisition) executando o software Simatic WinCC ou PCS 7, da Siemens.
O Struxnet é o primeiro software malicioso de conhecimento público escrito especificamente para explorar vulnerabilidades em um sistema Scada.
“Ele pode ser uma prova-de-conceito para mostrar que sistemas de controle podem ser atacados” intencionalmente, afirmou o diretor de mercados de infra-estruturas críticas da companhia de segurança NitroSecurity Inc, Eric Knapp.
Os sistemas Scada são utilizados para controlar equipamentos críticos em companhias de energia, construção de fábricas, estações de tratamento de água e operações com energia nuclear. Geralmente, esses sistemas executam redes segmentadas que não são diretamente conectadas à Internet, dificultando o acesso externo.
Mas analistas têm avisado há muito tempo que os sistemas Scada – especialmente os mais velhos – possuem algumas falhas que podem ser exploradas.
Um exemplo foi demonstrado por pesquisadores no Idaho National Laboratory, três anos atrás. Em um experimento fictício, chamado de Aurora, pesquisadores demonstraram como um hacker poderia utilizar um simples modem de conexão discada para explorar uma vulnerabilidade capaz de destruir fisicamente uma turbina de energia.
O potencial para este tipo de ataque tem crescido recentemente conforme mais sistemas Scada – incluindo alguns em grandes companhias públicas de energia – estão integrando suas redes com links diretos para a Internet. Em um acontecimento de grande repercussão no ano passado, o The Wall Street Journal relatou que ciberespiões da Rússia, China e outras companhias já usaram estas vulnerabilidades para penetrar nas redes elétricas dos Estados Unidos.
O programa Struxnet parece ter sido criado para roubos industriais, afirmou Knapp. No entanto, o Trojan também poderia ter sido facilmente desenvolvido para sabotar um Scada. Na verdade, é possível que os criadores do malware tenham mais truques em sua manga., completou.
O administrador de segurança de produtos da McAfee, Ryan Permeh, observou que o esforço de desenvolvimento do Struxnet provavelmente levou muito tempo, destacando a importância do objetivo dos desenvolvedores. Além disso, Permeh afirmou que o código malicioso foi assinado digitalmente com certificados válidos, que permitem ao Struxnet desviar de softwares de segurança.
Os certificados digitais utilizados no Struxnet foram originalmente criados por duas companhias de Taiwan. Permeh diz que os desenvolvedores do malware roubaram os certificados diretamente das companhias ou compraram de alguém que o fez. O custo por esse tipo de certificado pode ser de até 500 mil dólares neste tipo de mercado.
O surgimento de ameaças como o Struxnet eleva a necessidade de uma vigilância federal maior sobre questões de cibersegurança no setor de infraestrutura, afirmou o parceiro de administração da Applied Control Solutions, Joseph Weiss.
Até agora já ocorreram 170 interrupções de serviço relacionadas a computadores, incluindo três que causaram grandes interrupções regionais, afirmou Weiss. É difícil saber com certeza se alguma delas veio de um ciberataque, por causa da falta de recursos para colher provas nesse ramo, completou Weiss.
“Os progressos para assegurar sistemas de controle foram quase mínimos”, afirmou Weiss, autor do livro “Protecting Industrial Control Systems from Electronic Threats”, publicado neste ano. Ele diz que o progresso é congestionado principalmente pela falta de compressão dos desafios específicos associados com a segurança de sistemas de controle industriais contra ciberameaças.
“Crackear um sistema de controle não requer ciência avançada”, afirmou Weiss. “Proteger um requer.”
(http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/26/trojan-struxnet-renova-preocupacoes-com-ataques-a-infraestrutura-dos-eua)
terça-feira, 20 de julho de 2010
Treinamento em Segurança da Informação - Microsoft
IBM: Segurança para Internet Banking

A IBM lançou um dispositivo de segurança que promete proteger as transações feitas por internet banking.
A banking server's display on your key chain

segunda-feira, 19 de julho de 2010
Especialista quebra código secreto em emblema militar dos EUA
terça-feira, 29 de junho de 2010
Especialista vê falha de segurança no formato de caixas eletrônicos
segunda-feira, 14 de junho de 2010
BCI GPG 2010.

Já está disponível o Good Practice Guidelines do Business Continuity Institute. É um compêndio do que é considerado as melhores práticas de GCN sobre a visão do BCI.
A versão resumida (e gratuita) do GPG pode ser obtida no link:
http://www.thebcicertificate.org/pdf/GPG_2010_Edited_Highlights.pdf
Abs!
Aprendizado do dia: Como --NÃO-- pedir um emprego na área de segurança.

Os funcionários disseram que a instituição passou a receber e-mails com senhas de diretores e extratos das movimentações de correntistas. A proposta do preso era vender um projeto de segurança. O texto era assinado por John. Para tornar ainda mais intrigante a situação, o telefone celular fornecido para contato foi comprado utilizando informações pessoais de um dos diretores do banco. O delegado conta que Sperandio Neto já tinha antecedentes criminais. Em 2008, ele havia sido indiciado por furto qualificado e formação de quadrilha, justamente por desviar dinheiro de contas bancárias, mas respondeu ao processo em liberdade. "Apesar de haver um processo em andamento, ele fez um acordo com o banco", disse Bernardes.
A polícia não revelou o nome do banco. Neto já havia sido indiciado por furto no Rio Grande do Sul. Ele chegou a transferir o dinheiro de outras contas para a própria. A pena por extorsão é de 4 a 10 anos de reclusão.
Fonte:
http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/3158/hacker_pede_emprego_em_banco_e_e_preso
Relatório de Criminologia Virtual da McAfee: CIBERCRIME X CIBERLEI
terça-feira, 4 de maio de 2010
Vazamento de petróleo nos EUA deixa Rio em alerta

"A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos", afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos.
A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. "Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência", explicou a secretária.
Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. "Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência."
A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. "O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo".
Monitoramento
Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.
Agência Estado
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/vazamento-de-petroleo-nos-eua-deixa-rio-em-alerta.html
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Desafios da próxima década - Segurança da Informação
- O mercado financeiro está muito saudável e nenhum crash acontecerá.
- Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa.
- Não há a menor indicação de que a energia nuclear será obtida. Isso significaria que o átomo teria que ser rompido no futuro.
- Em 2001 o homem terá colônias de exploração na Lua. A PanAm será a única companhia aérea a servir o espaço.
- Peter Drucker , em relatório escrito quando era funcionário de um banco em Frankfurt, na véspera da quebra da Bolsa de Nova York, em 1929. Informação dada por Doris Drucker em entrevista, HSM Management.
- Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp (DEC), fabricante de computadores mainframe, discutindo os computadores pessoais, em 1977.
- Albert Einstein, em 1932.
- Arthur Clarke, Cientista, 1968.
As pessoas entenderão melhor que a segurança existe para a organização e que os recursos de informação devem possibilitar que o seu negócio seja realizado, que sua missão seja alcançada e que os riscos de indisponibilidade do negócio sejam minimizados.
Maior exigência de que os serviços e produtos disponibilizados pela organização sejam acessíveis para os clientes em qualquer lugar e a qualquer momento. Isso significa que a continuidade do negócio será um direcionador dos investimentos em segurança. A pesquisa global de segurança da informação realizada pela PricewaterhouseCoopers indica essa preocupação de 41% dos executivos, pesquisados em 2009.
Existirão controles mais rígidos para a garantia da verdadeira identidade (pessoas, ambientes, sites, servidores e qualquer elemento que necessite provar sua identidade). No período de 2008 a 2009, o CSI - Computer Security Institute - indicou que o roubo de identidade praticamente dobrou (de 9% para 17%)
Necessidade de mais controles sobre o acesso à informação e dados, pois existirão dados sobre todos, sobre tudo e especificamente sobre cada pessoa. Nada e ninguém ficará despercebido. Tudo estará registrado e a privacidade, para existir, demandará controles para definir quem poderá autorizar os acessos às informações. A imagem de cada organização pode ficar comprometida se pessoas indevidas acessarem certas informações. Em recente pesquisa da Ernst & Young, ficou registrado que falha em segurança pode ter mais impacto na reputação do que no faturamento da organização.
Maior democratização da informação. Todas as classes terão acesso à informação. Esse fato parece apenas positivo. Aliás, é um fato positivo. Porém, acarreta desafios para a segurança da informação. Esse fato exigirá regras e regulamentos efetivos, o judiciário terá que atender ao mundo virtual e todos dependerão mais da informação, que poderá ser manipulada. Atualmente já existe uma preocupação com pesquisas que são feitas em sites de busca. As pessoas se contentam com as primeiras respostas, isto é, ficam apenas com a primeira pagina. Se a colocação de resultados for manipulada (comercial ou ideologicamente), as pessoas não acessarão a resposta mais correta ou a mais completa.
Aumentará o roubo de informação. Muitos concorrentes não agirão de maneira politicamente correta e usarão qualquer meio, inclusive o roubo, para obter informações das outras empresas. Porém, deverá se dar uma atenção especial para que as organizações não sejam negligentes e doem informações para o resto do mundo, através de documentos confidenciais jogados no lixo sem estarem destruídos, conversas em happy hours e ações semelhantes.
Maior dependência de fornecedores. Isso significará que seus fornecedores deverão ter o mesmo nível de proteção da informação (ou maior) que a sua organização. O Instituto Gartner prevê que, já em 2012, 20% das organizações não terão ativos em TI. Eles estarão nas nuvens de serviços.
Redes sociais. O desafio da segurança da informação é ter regras claras para o uso (pessoal e institucional) das redes sociais. Mais do que segurança, a organização precisa discutir os limites da pessoa e da empresa. Um gestor da organização pode, em seu Twitter pessoal, xingar adversários de times de futebol? Mesmo que os destinatários sejam clientes?
Ter regulamentos (políticas e normas) explícitos, indicando qual o nível de proteção que se deseja.
Investir nas pessoas. É através das pessoas que a segurança da informação acontece.
Definir os controles de segurança da informação de maneira alinhada com os negócios da Organização.
Planejar e executar as ações de segurança.

