terça-feira, 29 de junho de 2010

Especialista vê falha de segurança no formato de caixas eletrônicos

Um especialista em segurança identificou falhas no design de alguns caixas eletrônicos, tornando-os vulneráveis a piratas virtuais, que poderiam fazer com que as máquinas liberassem todas as suas reservas de dinheiro.

Barnaby Jack, chefe de pesquisa da empresa de segurança IOActive Labs, irá demonstrar os métodos de "caça-níquel" nos caixas eletrônicos durante a conferência de segurança Black Hat, em Las Vegas, no final de julho.
"Os caixas eletrônicos não são tão seguros como gostaríamos que fossem", disse Jeff Moss, criador da conferência Black Hat e membro do Conselho Consultivo de Segurança do presidente norte-americano Barack Obama. "Barnaby listou uma série de ataques diferentes que fazem todo o dinheiro sair."
Jack se recusou a apresentar as técnicas antes da conferência.
Os bancos podem ficar preocupados quando ele falar, temendo que bandidos adotem seus métodos. Moss disse, no entanto, que o público vai se preocupar com o problema enfrentado pelos operadores de caixa eletrônicos, o que deve levá-los a reforçar a segurança.
Uma das principais formas de ataque é feita através de portas de comunicação, algumas vezes acessíveis a partir de fora de um caixa eletrônico, disse Moss.
"Queremos que todos saibam que há maneiras possíveis de transformar essas máquinas em caça-níqueis, assim buscarão atualizar e modernizar as máquinas", acrescentou.
Joe Grand, especialista em segurança de hardware, disse que não ficou surpreso ao saber da pesquisa de Jack.
"As pessoas estão começando a perceber que os equipamentos de hardware possuem vulnerabilidades de segurança. Medidores de estacionamento, caixas eletrônicos, tudo o que é eletrônico pode ser quebrado", disse Grand. "Muitas vezes um equipamento de hardware é apenas um computador em uma caixa diferente.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

BCI GPG 2010.



Já está disponível o Good Practice Guidelines do Business Continuity Institute. É um compêndio do que é considerado as melhores práticas de GCN sobre a visão do BCI.
A versão resumida (e gratuita) do GPG pode ser obtida no link:
http://www.thebcicertificate.org/pdf/GPG_2010_Edited_Highlights.pdf


Abs!

Aprendizado do dia: Como --NÃO-- pedir um emprego na área de segurança.

Hacker pede emprego em banco e é preso:



João Sperandio Neto, 24 anos, foi preso ontem em ação da Polícia Civil de São Paulo por extorsão. Considerado um dos principais invasores de redes de dados do Brasil, o jovem exigia US$ 500 mil dólares para não desviar US$ 2 milhões de um banco. João admitiu que invadiu a rede, mas alegou que realizou para mostrar a deficiência e para tentar um emprego na instituição. A polícia monitorava o hacker desde o dia 1º de junho, quando integrantes do setor de segurança do banco revelaram a ação.
Os funcionários disseram que a instituição passou a receber e-mails com senhas de diretores e extratos das movimentações de correntistas. A proposta do preso era vender um projeto de segurança. O texto era assinado por John. Para tornar ainda mais intrigante a situação, o telefone celular fornecido para contato foi comprado utilizando informações pessoais de um dos diretores do banco.
O delegado conta que Sperandio Neto já tinha antecedentes criminais. Em 2008, ele havia sido indiciado por furto qualificado e formação de quadrilha, justamente por desviar dinheiro de contas bancárias, mas respondeu ao processo em liberdade. "Apesar de haver um processo em andamento, ele fez um acordo com o banco", disse Bernardes.
A polícia não revelou o nome do banco. Neto já havia sido indiciado por furto no Rio Grande do Sul. Ele chegou a transferir o dinheiro de outras contas para a própria. A pena por extorsão é de 4 a 10 anos de reclusão.


Fonte:
http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/3158/hacker_pede_emprego_em_banco_e_e_preso

Relatório de Criminologia Virtual da McAfee: CIBERCRIME X CIBERLEI






O Relatório de Criminologia Virtual da McAfee anual tradicionalmente mostra as tendências emergentes e incipientes do comportamento cibercriminoso e expõe como este se torna cada vez mais organizado, sofisticado e globalizado em sua abordagem e impacto.
Este ano, com a colaboração de especialistas em cibercrime do mundo todo, o quarto Relatório de Criminologia Virtual da McAfee anual revela até que ponto o cibercrime está vencendo a batalha contra a ciberlei e demonstra a necessidade de uma ação global massiva e coordenada para restaurar o equilíbrio de forças.




















































    terça-feira, 4 de maio de 2010

    Vazamento de petróleo nos EUA deixa Rio em alerta

    Apesar de tudo que falam do Brasil, que ele é atrasado, lento e que não olha para o futuro, as vezes ocorrem situações que nos fazem manter a esperança...

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    A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos. A comissão é formada por integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    "A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos", afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos.

    A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. "Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência", explicou a secretária.

    Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. "Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência."

    A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. "O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo".

    Monitoramento

    Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.

    Agência Estado
    http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/vazamento-de-petroleo-nos-eua-deixa-rio-em-alerta.html


    quarta-feira, 28 de abril de 2010

    Desafios da próxima década - Segurança da Informação


    Quais os desafios da segurança da informação para os próximos dez anos? Podemos prever? Tomo a liberdade de fazer minhas previsões. É um risco (pessoal) fazer afirmações sobre o futuro. Mas, se não acertar, estarei em boa companhia.
    Vocês conhecem estas previsões?
    1. O mercado financeiro está muito saudável e nenhum crash acontecerá.
    2. Não há razão para que alguém queira ter um computador em casa.
    3. Não há a menor indicação de que a energia nuclear será obtida. Isso significaria que o átomo teria que ser rompido no futuro.
    4. Em 2001 o homem terá colônias de exploração na Lua. A PanAm será a única companhia aérea a servir o espaço.
    Sabem quem foram seus autores?
    1. Peter Drucker , em relatório escrito quando era funcionário de um banco em Frankfurt, na véspera da quebra da Bolsa de Nova York, em 1929. Informação dada por Doris Drucker em entrevista, HSM Management.
    2. Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp (DEC), fabricante de computadores mainframe, discutindo os computadores pessoais, em 1977.
    3. Albert Einstein, em 1932.
    4. Arthur Clarke, Cientista, 1968.
    Nos próximos dez anos, entendo que teremos os seguintes desafios em segurança da informação:


    As pessoas entenderão melhor que a segurança existe para a organização e que os recursos de informação devem possibilitar que o seu negócio seja realizado, que sua missão seja alcançada e que os riscos de indisponibilidade do negócio sejam minimizados.


    Maior exigência de que os serviços e produtos disponibilizados pela organização sejam acessíveis para os clientes em qualquer lugar e a qualquer momento. Isso significa que a continuidade do negócio será um direcionador dos investimentos em segurança. A pesquisa global de segurança da informação realizada pela PricewaterhouseCoopers indica essa preocupação de 41% dos executivos, pesquisados em 2009.


    Existirão controles mais rígidos para a garantia da verdadeira identidade (pessoas, ambientes, sites, servidores e qualquer elemento que necessite provar sua identidade). No período de 2008 a 2009, o CSI - Computer Security Institute - indicou que o roubo de identidade praticamente dobrou (de 9% para 17%)


    Necessidade de mais controles sobre o acesso à informação e dados, pois existirão dados sobre todos, sobre tudo e especificamente sobre cada pessoa. Nada e ninguém ficará despercebido. Tudo estará registrado e a privacidade, para existir, demandará controles para definir quem poderá autorizar os acessos às informações. A imagem de cada organização pode ficar comprometida se pessoas indevidas acessarem certas informações. Em recente pesquisa da Ernst & Young, ficou registrado que falha em segurança pode ter mais impacto na reputação do que no faturamento da organização.


    Maior democratização da informação. Todas as classes terão acesso à informação. Esse fato parece apenas positivo. Aliás, é um fato positivo. Porém, acarreta desafios para a segurança da informação. Esse fato exigirá regras e regulamentos efetivos, o judiciário terá que atender ao mundo virtual e todos dependerão mais da informação, que poderá ser manipulada. Atualmente já existe uma preocupação com pesquisas que são feitas em sites de busca. As pessoas se contentam com as primeiras respostas, isto é, ficam apenas com a primeira pagina. Se a colocação de resultados for manipulada (comercial ou ideologicamente), as pessoas não acessarão a resposta mais correta ou a mais completa.


    Aumentará o roubo de informação. Muitos concorrentes não agirão de maneira politicamente correta e usarão qualquer meio, inclusive o roubo, para obter informações das outras empresas. Porém, deverá se dar uma atenção especial para que as organizações não sejam negligentes e doem informações para o resto do mundo, através de documentos confidenciais jogados no lixo sem estarem destruídos, conversas em happy hours e ações semelhantes.


    Maior dependência de fornecedores. Isso significará que seus fornecedores deverão ter o mesmo nível de proteção da informação (ou maior) que a sua organização. O Instituto Gartner prevê que, já em 2012, 20% das organizações não terão ativos em TI. Eles estarão nas nuvens de serviços.


    Redes sociais. O desafio da segurança da informação é ter regras claras para o uso (pessoal e institucional) das redes sociais. Mais do que segurança, a organização precisa discutir os limites da pessoa e da empresa. Um gestor da organização pode, em seu Twitter pessoal, xingar adversários de times de futebol? Mesmo que os destinatários sejam clientes?
    Esses desafios citados acima valerão para os próximos dez anos, mas já nos cercam. Solução? Existe, simples e complexa ao mesmo tempo. Consideramos que a Organização deve implantar ações básicas e estruturais:


    Ter regulamentos (políticas e normas) explícitos, indicando qual o nível de proteção que se deseja.


    Investir nas pessoas. É através das pessoas que a segurança da informação acontece.


    Definir os controles de segurança da informação de maneira alinhada com os negócios da Organização.


    Planejar e executar as ações de segurança.
    Os desafios são para a toda a década, e as soluções precisam acontecer diariamente!

    terça-feira, 20 de abril de 2010

    Sec2b lança novos treinamentos!

    Acabou de sair do forno as duas novas Formações que estão sendo oferecidas pela Sec2b Pro - Professional Study:


    - CSO Professional
    - ISFS – Information Security Foundation based on ISO/IEC 27002


    São formações muito focadas ao mercado de trabalho, e serão ministradas por Andersom Ramos, que para quem é da área ou pretende ser, dispensa apresentações.


    Os Datasheets das formações podem ser obtidos nestes links:


    http://slidesha.re/azDNlS
    http://slidesha.re/9wQvLY


    Aguarde que em breve sairá a matéria completa com datas e valores no site da Sec2b. (www.sec2b.com)
    Spoiler!
    Segundo informações, a próxima formação será de CSO Professional, ministrada pelo Anderson Ramos, a ser realizada de 03 a 07 de Maio.