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segunda-feira, 14 de junho de 2010

BCI GPG 2010.



Já está disponível o Good Practice Guidelines do Business Continuity Institute. É um compêndio do que é considerado as melhores práticas de GCN sobre a visão do BCI.
A versão resumida (e gratuita) do GPG pode ser obtida no link:
http://www.thebcicertificate.org/pdf/GPG_2010_Edited_Highlights.pdf


Abs!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Vazamento de petróleo nos EUA deixa Rio em alerta

Apesar de tudo que falam do Brasil, que ele é atrasado, lento e que não olha para o futuro, as vezes ocorrem situações que nos fazem manter a esperança...

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A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos. A comissão é formada por integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

"A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos", afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos.

A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. "Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência", explicou a secretária.

Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. "Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência."

A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. "O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo".

Monitoramento

Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.

Agência Estado
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/vazamento-de-petroleo-nos-eua-deixa-rio-em-alerta.html


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

As dicas sobre recuperação de desastres


Discutiremos aqui os critérios que gerentes de TI de uma empresa devem usar para tomar decisões eficazes de sourcing de recuperação de desastres.

Considerações básicas

- Pressões contínuas da gerência senior para melhorar a presteza da recuperação em épocas de orçamentos restritos estão obrigando várias companhias a avaliar todas as alternativas de serviço dos datacenters para diminuir o custo e os riscos de recuperações recorrentes.

- A forte competição entre fornecedores de recuperação de desastres (da sigla em inglês DR) está causando a redução do preço de serviços para clientes que optarem por avaliar as alternativas de serviço antes da expiração dos seus contratos atuais.

- Quanto mais diversificada for a plataforma (por exemplo, combinações de séries Z e P da IBM, junto com a herança de sistemas de médio porte, Unix, Linux e Windows), mais provável será que o uso contínuo de serviços de fornecedores de recuperação represente a abordagem mais realista para manter uma política de atenuação de riscos coerente.

Recomendações

- Determine as mudanças de serviço e infraestrutura necessárias para alcançar metas de tempo de recuperação (da sigla em inglês RTOs) e metas de ponto de recuperação (da sigla em inglês RPOs) de 24 horas ou menos para as aplicações mais importantes, caso ainda não tenha feito isso.

- Antes da expiração do seu contrato atual de DR, analise alternativas de serviço e fornecedor para descobrir qual a melhor opção para gerenciar os níveis de serviço de recuperação exigidos.

- Gerencie o gasto de recuperação de desastres para assegurar que a infraestrutura, os processos e os recursos humanos necessários para atingir e manter as metas de RTO e RPO das aplicações mais importantes estão disponíveis.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Nos últimos três anos, o Gartner viu diversos clientes fazendo análises de serviços de DR muito antes de seus contratos expirarem. Isso é cada vez mais comum porque fornecedores exigem saber (com até seis meses de antecedência) se o contrato de serviço será mantido ou acabará. Se uma empresa escolhe a segunda opção, é importante garantir que o processo de transição do antigo para o novo fornecedor está definido e pode ser executado prontamente.

Devido à inerente complexidade das aplicações de web e dos contínuos efeitos da mudança de data centers, a necessidade de um maior período de teste também se inclui nos critérios essenciais de uma análise de alternativas, principalmente para a avaliação de alternativas de serviço sob demanda e exclusivo.


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Fonte:
John Morency, do Gartner