terça-feira, 20 de julho de 2010

IBM: Segurança para Internet Banking

Disk failure


A IBM lançou um dispositivo de segurança que promete proteger as transações feitas por internet banking.
A tecnologia, denominada Zone Trusted Information Channel (ZTIC), consiste em um aparelho que se conecta à porta USB e usa o padrão X.509 de criptografia, a fim de criar um canal de segurança com os servidores dos bancos - todos os dados entre o micro e o internet banking são codificados e enviados por meio do ZTIC.
O aparelho é plugado ao computador e permite que os usuários verifiquem suas contas e autorizem qualquer transação requisitada ao selecionar a opção “sim”. Caso contrário, a ação será bloqueada. O uso do ZTIC, assegura IBM, não se sobrepõe às aplicações desenvolvidas pelos próprios bancos, apenas aumenta o rigor do sistema de segurança em momentos críticos, como quando transferências de fundos são requisitadas.
O que a IBM quer é mudar o modo como os criminosos virtuais facilmente exploram a máquina do usuário a partir de vírus e cavalos-de-Tróia, realizando transferências fraudulentas para suas próprias contas bancárias, segundo informa o IDG Now!.
Depois de autorizar determinada operação, as próximas transferências para essa conta não terão de ser verificadas.
"O ZTIC é basicamente um intermediário entre o usuário de um lado, e a aplicação de internet banking do outro. O servidor irá interagir com o ZTIC, e este pedirá ao cliente que confirme a operação” afirma Doug Dykeman, gerente do grupo de pesquisa responsável pelo projeto.
O banco suíço UBS será o primeiro a usar o sistema, o que dá início ao plano da IBM de tornar o ZTIC disponível globalmente. De acordo com a empresa, a tecnologia poderá ser usada em outros meios além do internet banking.



A banking server's display on your key chain










More and more attacks to online banking applications target the user's home PC, changing what is displayed to the user, while logging and altering key strokes. Therefore, third parties such as MELANI conclude that"Two-factor authentication systems [...] do not afford protection against such attacks and must be viewed as insecure once the computer of the customer has been infected with malware".
In a widely published real-world example of the Trojan "Silent banker", Symantec states that"The ability of this Trojan to perform man-in-the-middle attacks on valid transactions is what is most worrying. The Trojan can intercept transactions that require two-factor authentication. It can then silently change the user-entered destination bank account details to the attacker's account details instead."
In order to foil these threats, IBM has introduced the Zone Trusted Information Channel (ZTIC), a hardware device that can counter these attacks in an easy-to-use way. The ZTIC is a USB-attached device containing a display and minimal I/O capabilities that runs the full TLS/SSL protocol, thus entirely bypassing the PC's software for all security functionality.
The ZTIC achieves this by registering itself as a USB Mass Storage Device (thus requiring no driver installation) and starting a "pass-through" proxy configured to connect with pre-configured (banking) Websites. After starting the ZTIC proxy, the user opens a Web browser to establish a connection with the bank's Website via the ZTIC. From that moment on, all data transmitted between browser and server pass through the ZTIC; the SSL session is protected by keys maintained only on the ZTIC and, hence, is inaccessible to malware on the PC (seeusage and technical operation animations, which illustrate how the ZTIC works).
In addition, all critical transaction information, such as target account numbers, is automatically detected in the data stream between browser and ZTIC. This critical information is then displayed on the ZTIC for explicit user confirmation: Only after pressing the "OK" button does the TLS/SSL connection continue. If any malware on the PC has inserted incorrect transaction data into the browser, it can be easily detected by the user at this moment.
Comparison
Various alternatives exist for protecting users against state-of-the-art attacks to online authentication, such as chip card technology or special browser software. The core difference between the ZTIC and these alternatives is that the ZTIC does not rely whatsoever on any software running on the PC, such as device drivers or user interface elements (e.g., any screen elements), as these can be subverted, e.g., painted over, by attackers' malware. Another feasible solution to this problem is to use the user's mobile phone/SMS as a channel to convey transaction confirmation details between server and user ("mTAN"). Until mobile phone malware appears similarly often as on home computers, such solutions are comparable to the ZTIC with regard to the degree of security they provide. Hence, at this time, the primary differences between ZTIC and mTAN solutions are economic in nature (each and every mTan incurs the cost of an SMS, whereas the ZTIC, once it has been issued, does not incur any further incremental costs per transaction), privacy-related (banking transaction information sent over GSM networks) and in the area of usability (the user has to manually copy mTANs from the phone into the browser). Only completely disconnected card readers with their own user input/output capabilities (e.g., PINpad and display) provide a similar level of security as ZTIC, albeit at the cost of more user involvement at every transaction, i.e., a degradation of convenience.
Background information
This website is intended only to provide a high-level introduction to the concept of the ZTIC. For more details, the reader is referred to either of the two publications below. In addition, we are happy to answer any pertinent emails sent to ztic@zurich.ibm.com.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Especialista quebra código secreto em emblema militar dos EUA

File:2010-05-14-USCYBERCOM Logo.jpg


Pesquisadores da empresa de antivírus Panda Security resolveram o mistério do código hexadecimal de 32 caracteres que decora o anel dourado interno do emblema do Cibercomando do governo dos Estados Unidos.
Na quinta-feira (8/9), um pesquisador de segurança afirmou ter sido o primeiro a decifrar o código gravado no escudo do Cibercomando americano (Cybercom), um grupo responsável por proteger as redes militares dos Estados Unidos de ataques externos.
Sean-Paul Correll, um pesquisador de ameaças que trabalha na Panda Security, disse que os caracteres visíveis no anel dourado do emblema representam o código de hash MD5, que tem 128 bits e é geralmente utilizado para verificar a integridade de arquivos.
Um código hash é o produto de um algoritmo, que gera uma pequena sequência de caracteres a partir de uma sequência maior (que pode ser uma mensagem de texto ou um arquivo, por exemplo).
Um representante da Cybercom confirmou que Correll tem razão. “O Sr. Correll está certo... É um código MD5”, afirmou o tenente-comandante Steve Curry, da marinha americana, por e-mail.
“Não foi muito difícil”, disse Correll, acrescentando que bastou dois minutos para perceber que os caracteres - 9ec4c12949a4f31474f299058ce2b22a – eram o código de hash para o texto da declaração de missão da Cybercom.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Especialista vê falha de segurança no formato de caixas eletrônicos

Um especialista em segurança identificou falhas no design de alguns caixas eletrônicos, tornando-os vulneráveis a piratas virtuais, que poderiam fazer com que as máquinas liberassem todas as suas reservas de dinheiro.

Barnaby Jack, chefe de pesquisa da empresa de segurança IOActive Labs, irá demonstrar os métodos de "caça-níquel" nos caixas eletrônicos durante a conferência de segurança Black Hat, em Las Vegas, no final de julho.
"Os caixas eletrônicos não são tão seguros como gostaríamos que fossem", disse Jeff Moss, criador da conferência Black Hat e membro do Conselho Consultivo de Segurança do presidente norte-americano Barack Obama. "Barnaby listou uma série de ataques diferentes que fazem todo o dinheiro sair."
Jack se recusou a apresentar as técnicas antes da conferência.
Os bancos podem ficar preocupados quando ele falar, temendo que bandidos adotem seus métodos. Moss disse, no entanto, que o público vai se preocupar com o problema enfrentado pelos operadores de caixa eletrônicos, o que deve levá-los a reforçar a segurança.
Uma das principais formas de ataque é feita através de portas de comunicação, algumas vezes acessíveis a partir de fora de um caixa eletrônico, disse Moss.
"Queremos que todos saibam que há maneiras possíveis de transformar essas máquinas em caça-níqueis, assim buscarão atualizar e modernizar as máquinas", acrescentou.
Joe Grand, especialista em segurança de hardware, disse que não ficou surpreso ao saber da pesquisa de Jack.
"As pessoas estão começando a perceber que os equipamentos de hardware possuem vulnerabilidades de segurança. Medidores de estacionamento, caixas eletrônicos, tudo o que é eletrônico pode ser quebrado", disse Grand. "Muitas vezes um equipamento de hardware é apenas um computador em uma caixa diferente.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

BCI GPG 2010.



Já está disponível o Good Practice Guidelines do Business Continuity Institute. É um compêndio do que é considerado as melhores práticas de GCN sobre a visão do BCI.
A versão resumida (e gratuita) do GPG pode ser obtida no link:
http://www.thebcicertificate.org/pdf/GPG_2010_Edited_Highlights.pdf


Abs!

Aprendizado do dia: Como --NÃO-- pedir um emprego na área de segurança.

Hacker pede emprego em banco e é preso:



João Sperandio Neto, 24 anos, foi preso ontem em ação da Polícia Civil de São Paulo por extorsão. Considerado um dos principais invasores de redes de dados do Brasil, o jovem exigia US$ 500 mil dólares para não desviar US$ 2 milhões de um banco. João admitiu que invadiu a rede, mas alegou que realizou para mostrar a deficiência e para tentar um emprego na instituição. A polícia monitorava o hacker desde o dia 1º de junho, quando integrantes do setor de segurança do banco revelaram a ação.
Os funcionários disseram que a instituição passou a receber e-mails com senhas de diretores e extratos das movimentações de correntistas. A proposta do preso era vender um projeto de segurança. O texto era assinado por John. Para tornar ainda mais intrigante a situação, o telefone celular fornecido para contato foi comprado utilizando informações pessoais de um dos diretores do banco.
O delegado conta que Sperandio Neto já tinha antecedentes criminais. Em 2008, ele havia sido indiciado por furto qualificado e formação de quadrilha, justamente por desviar dinheiro de contas bancárias, mas respondeu ao processo em liberdade. "Apesar de haver um processo em andamento, ele fez um acordo com o banco", disse Bernardes.
A polícia não revelou o nome do banco. Neto já havia sido indiciado por furto no Rio Grande do Sul. Ele chegou a transferir o dinheiro de outras contas para a própria. A pena por extorsão é de 4 a 10 anos de reclusão.


Fonte:
http://www.oficinadanet.com.br/noticias_web/3158/hacker_pede_emprego_em_banco_e_e_preso

Relatório de Criminologia Virtual da McAfee: CIBERCRIME X CIBERLEI






O Relatório de Criminologia Virtual da McAfee anual tradicionalmente mostra as tendências emergentes e incipientes do comportamento cibercriminoso e expõe como este se torna cada vez mais organizado, sofisticado e globalizado em sua abordagem e impacto.
Este ano, com a colaboração de especialistas em cibercrime do mundo todo, o quarto Relatório de Criminologia Virtual da McAfee anual revela até que ponto o cibercrime está vencendo a batalha contra a ciberlei e demonstra a necessidade de uma ação global massiva e coordenada para restaurar o equilíbrio de forças.




















































    terça-feira, 4 de maio de 2010

    Vazamento de petróleo nos EUA deixa Rio em alerta

    Apesar de tudo que falam do Brasil, que ele é atrasado, lento e que não olha para o futuro, as vezes ocorrem situações que nos fazem manter a esperança...

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    A proporção a que chegou o vazamento no Golfo do México provocou o governo do Rio de Janeiro e o Ministério do Meio Ambiente a formarem um grupo de trabalho para prevenção e mapeamento de riscos em plataformas de petróleo no Brasil. O grupo vai procurar saber da companhia de petróleo qual é o plano de ação no caso de um acidente como o dos Estados Unidos. A comissão é formada por integrantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    "A missão do grupo será apresentar ao Estado do Rio de Janeiro uma análise do que aconteceu lá (no Golfo do México), saber em que circunstâncias nós operamos aqui e como está o nosso plano de contingência comparativamente ao que foi adotado nos Estados Unidos em termos de medidas e metas para evitar danos", afirmou a secretária de estado de Meio Ambiente, Marilene Ramos.

    A coleta de informações será dividida em três partes: como evitar o acidente, o que fazer para conter a mancha, caso ocorra o vazamento, e posteriormente, como minimizar os danos à costa. "Os Estados Unidos, com o poderio econômico e tecnológico que têm, vão lançar mão do que há de melhor para essas três etapas. Precisamos conhecer essas tecnologias para que possamos melhorar e fazer um upgrade nos planos de contingência", explicou a secretária.

    Um dos temores do governo do Estado é que, no caso de um vazamento, o óleo chegue à costa atingindo ecossistemas e a indústria do turismo. "Além de todo o impacto ambiental de atingir ecossistemas importantíssimos que temos na costa, como manguezais e restingas, temos a indústria turística na costa, que é importantíssima, e poderia estar ameaçada numa situação como esta. Precisamos investir mais em planos de contingência."

    A primeira reunião do grupo será na sexta-feira. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participará. Num primeiro momento, segundo a secretária, somente o Estado do Rio participará das reuniões. "O Rio concentra 80% da exploração, mas dependendo dos resultados, convidaremos outros Estados importantes em petróleo, como Espírito Santo e São Paulo".

    Monitoramento

    Em 2000 e 2001, acidentes no Rio e no Paraná atingiram áreas de preservação ambiental e provocaram críticas sobre o tempo de reação da Petrobras para conter o óleo. Após os acidentes, a Petrobras alterou sua política de meio ambiente e segurança, criando novos centros de controle de vazamento em oito Estados. O investimento, de R$ 164 milhões, teve como objetivo ampliar o número de equipamentos e reduzir o tempo de resposta na contenção de vazamentos.

    Agência Estado
    http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/vazamento-de-petroleo-nos-eua-deixa-rio-em-alerta.html