sexta-feira, 19 de março de 2010

E se a internet pifar? 5 cenários de apocalipse tecnológico.

Excelente cenário para praticar estratégias de Continuidade de Negócios:




Apagões continentais, e-bombas e tempestades solares ameaçam as tecnologias que poucos percebem, mas que mantêm o mundo funcionando.

A tecnologia comanda praticamente tudo que fazemos, e essa influência não se resume às coisas do trabalho. De bancos a hospitais, somos quase totalmente dependentes de tecnologia. Cada vez mais sistemas funcionam de forma interconectada, e muitos deles são vulneráveis. Provas disso surgem quase todo dia.

Mas e se, no lugar dos ataques de negação de serviço que derrubam alguns sites de vez em quando, a internet inteira parasse de funcionar de repente? E se o Google não pudesse mais ser acessado? E se, em vez de um desses vazamentos de dados, nossos bancos fossem atacados por uma arma que dizimasse todas as transações financeiras? E se hackers infiltrassem seus códigos maliciosos nos sistemas que controlam a rede nacional de eletricidade?

E se Deus, demonstrando estar cheio da humanidade, enviasse à Terra uma gigantesca tempestade solar?

Quem pensa que tais coisas não podem acontecer precisa rever sua posição. Saiba que algumas delas até já ocorreram, só que em escala menor. Mas não deixa de ser interessante, mesmo que por brincadeira, exagerar um pouco e imaginar o que poderia acontecer casos esse “dia do juízo final” tecnológico acontecesse de verdade.

Quer saber o que pode dar errado? Confira os cenários descritos a seguir.


Cenário apocalíptico 1: Apagão nacional
Notícia urgente: ataque hacker contra instalações de distribuição de energia provoca enormes apagões pelo país e deixa milhões de pessoas sem eletricidade.

Acredite: o sistema que controla as usinas geradoras de energia dos EUA foi construído há cerca de 40 anos, quando a internet era apenas um punhado de universidades ligadas por modems de 300 bps.

“Antigamente, todo sistema de energia em qualquer parte do mundo era considerado uma ilha”, diz Robert Sills, CEO da RealTime Interactive Systems, que oferece soluções de segurança para aplicações de controle industrial. “Não havia tecnologia disponível para conectá-los. Agora existe.”

O lado negativo dessa conectividade toda é que, se uma subrede for sobrecarregada, as outras poderão cair como dominós. Isso aconteceu nos EUA em agosto de 2003; 55 milhões de americanos e canadenses ficaram sem luz.

E nem é preciso ter um Homer Simpson no controle. Pode ser um funcionário contrariado em busca de vingança – como o engenheiro de software da empresa de esgoto da Austrália que, em 1991, despejou 1 milhão de litros de detritos em água limpa.

Ou pode ser um invasor externo que usa as portas de manutenção do sistema para ganhar acesso à rede. Sills diz que a maioria das subestações de força é vulnerável a ataques desse tipo. Uma vez dentro dele, o hacker poderia simplesmente alterar algumas configurações e deixar os sistemas automáticos de recuperação de incidentes fazer o resto.


Cenário apocalíptico 2: E-bomba afunda sistema financeiro
Notícia urgente: arma eletromagnética paralisa centro financeiro de Nova York, causando danos a equipamentos e interrupções no fornecimento de energia em grande escala; mercados deixam de operar.

Não é preciso detonar uma bomba nuclear para criar um pulso eletromagnético forte o bastante para causar danos sérios. Existem aparelhos que emitem sinais de alta freqüência capazes de fritar equipamentos eletrônicos, e de estragar qualquer informação que não esteja gravada em mídia magnética ou óptica. Essas “bombas” não são facilmente rastreáveis porque a própria máquina destrói as provas de seu uso.

Um furgão com um aparelho desses na traseira poderia derrubar boa parte da economia de um país, caso fosse ligado em centros financeiros como Manhattan, diz Gale Nordling, CEO da Emprimus, empresa que ajuda corporações a se proteger contra ameaças de pulsos eletromagnéticos de origem não nuclear. Parar um país inteiro, no entanto, exigiria uma bomba nuclear.

Uma vez que a máquina fosse ligada, PCs e data centers teriam ido para o espaço. Celulares poderiam funcionar, mas sem as torres das operadoras eles seriam inúteis. O carro não daria partida. Controles automatizados de estações de água e energia não funcionariam. E, se a bolsa de valores de Nova York parasse, as ondas de choque iriam se alastrar por todo o planeta.


Cenário apocalíptico 3: Google fora do ar
Noticia urgente: milhões de internautas que tentaram acessar o maior site de buscas do planeta receberam mensagem de “página não encontrada”; todos os serviços do Google estão inacessíveis.

O Google entrou de tal forma em nossas vidas que já não imaginamos o mundo sem ele. Especialistas afirmam que, para derrubar uma empresa tão bem entrincheirada, seria preciso alguém de dentro – não necessariamente um funcionário mal intencionado, apenas alguém estúpido (se é que existe tal pessoa por lá) com os devidos privilégios de acesso.

E olhe que não é algo de todo impossível. Em dezembro, invasores convenceram funcionários do Google a visitar um site malicioso, que explorou uma vulnerabilidade do Internet Explorer para instalar uma “porta dos fundos” na rede do Google. De lá, eles acessaram o Gmail de dissidentes chineses.

“O principal vetor de obtenção de acesso ao interior de organizações hoje são aplicações maliciosas instaladas na rede”, diz Nir Zuk, fundador e CTO da Palo Alto Networks, empresa de segurança de rede.

No pior cenário, um empregado do Google simplesmente instala uma aplicação na rede, e por meio dela invasores externos enganam o firewall da empresa.

Uma vez lá dentro, os invasores poderiam vasculhar a rede até encontrar os centros de comando e controle dos data centers do Google. Daí, eles poderiam desligar tudo, não sem antes deixar uma bomba lógica para corromper os bancos de dados da empresa.


Cenário apocalíptico 4: Desligaram a internet
Notícia urgente: a internet entrou em colapso hoje quando milhões de internautas foram redirecionados para sites errados, causados por problemas com o sistema de nome de domínio.

Pode a internet sair do ar? Muitos especialistas dizem que não, com o argumento de que há muitos canais de comunicação, muitas redundâncias, e uma arquitetura projetada para contornar pontos de falha.

“É muito difícil derrubar a internet inteira, a menos que ocorra um incidente global de pulso eletromagnético que acabe com tudo de uma vez”, avalia o Dr. Ken Calvert, membro do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Kentucky. “Há uma variedade de tecnologias para tráfego de bits em todos os níveis, como satélite, fibra ou ondas. Há muita redundância.”

Mesmo que a internet não possa ser desligada totalmente, exceto por um ato de Deus (sobre isso, veja o Apocalipse 5), hackers poderiam provocar o caos se atacassem um ponto fraco: o sistema de nomes de domínio. Ao sequestrar o tráfego destinado a diferentes domínios, os hackers podem levar internautas ingênuos a visitar sites maliciosos, ou derrubar qualquer site com uma inundação de tráfego, ou simplesmente enviar todo mundo para um único site, como o Google.com ou o Yahoo.com – tornando a internet sem uso para um grande número de pessoas.

“Todo mundo confia no DNS, mas ele não é realmente confiável”, diz Rod Rasmussen, presidente e CTO da empresa de serviços antiphishing Internet Identity. “O sistema em si não é bem protegido. E tudo que você precisa é de um nome e uma senha para assumir o controle de um servidor DNS ou de um domínio particular.”

Os invasores não precisariam nem atacar servidores DNS, nem envenenar seus caches. Eles poderiam fazer o mesmo estrago tomando o controle de grandes empresas de registro de domínios. Uma infiltração bem-sucedida na Network Solutions, por exemplo, poderia colocar os invasores no controle de mais da metade dos domínios de todas as instituições financeiras dos EUA, diz Rasmussen.

De lá, os invasores poderiam redirecionar internautas para sites falsos e, mais tarde, usar suas senhas para fazer a conexão e roubar suas contas. Ou eles poderiam simplesmente ter como alvo grandes domínios com bastante tráfego, ou promover o caos bagunçando os servidores de tempo da internet.


Cenário apocalíptico 5: Ira de Deus
Notícia urgente: esta reportagem tem sido espalhada boca a boca, porque nada mais está funcionando. Cientistas acreditam que uma enorme explosão solar atingiu a atmosfera da Terra, causando pane nas redes de eletricidade e de comunicação de todo o mundo. Também recebemos notícias de terremotos e tufões, mas que ainda não foram confirmadas.

Pense nisso como a mãe de todas as sobrecargas elétricas. O sol cospe uma enorme nuvem de plasma superaquecido de tamanho diversas vezes superior ao da Terra, e que bate em nossa atmosfera. Partículas supercarregadas viajam pela superfície do planeta, fritando todos os transformadores de energia que encontrar pela frente. Resultado: blecaute mundial instantâneo.

Parece um roteiro de Hollywood. Mas foi exatamente isso que aconteceu em Quebéc, no Canadá, em 1989. Naquele ano, uma tempestade solar de pequenas proporções deixou 6 milhões de pessoas sem energia.

“A probabilidade de a internet parar totalmente é quase zero, mas se tem algo capaz de derrubar a rede mundial é uma tempestade solar”, diz o consultor de segurança Robert Siciliano. “Uma bola de plasma atinge os campos magnéticos da Terra, e os transformadores que gerenciam nossa rede elétrica fritam. Seria literalmente uma tempestade perfeita, de proporções cataclísmicas, que derrubaria a eletricidade e a internet ao mesmo tempo.”

(http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/03/16/e-se-a-internet-pifar-5-cenarios-de-apocalipse-tecnologico)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Como profissionais de segurança veem cloud e virtualização?

A virtualização e a nuvem estão mudando o paradigma de segurança das corporações, mas será que isso facilita as coisas? Veja o que mostra a pesquisa '2010 State of Enterprise Security Survey'.
A migração para a virtualização e a computação em nuvem está tornando a segurança de redes mais fácil ou mais difícil? Quando essa pergunta foi feita aos 2.100 principais líderes de TI e administradores de segurança de 27 países, as respostas mostraram uma grande falta de consenso, representando a diversidade das atitudes nas corporações.

O relatório “2010 State of Enterprise Security Survey” indica que apenas um terço das pessoas ouvidas acreditam que virtualização e computação em nuvem dificultam a segurança, enquanto um terço deles afirmam que tudo fica “mais ou menos” igual, e o restante considera mais fácil.
Para explicar as diferenças conceituais sobre o impacto da segurança, o diretor de tecnologias estratégicas da Symantec, Matthew Steele, afirma que a melhor forma de compreender essas respostas é saber que “se os entrevistados tivessem um contexto de segurança real, eles ficaram imediatamente preocupados. Mas, se eles se preocupam com as operações de TI, eles responderam de um ponto de vista para melhorar o setor”. E as respostas em cima do muro são geralmente originadas daqueles que têm responsabilidades com gastos. “Se o negócio está indo para frente, as coisas estão ok”, destaca Steele.
A pesquisa mostrou que os gastos com segurança corporativa devem chegar a 600 mil dólares em 2010, um aumento de 11% em relação a 2009, com um crescimento de 11% antecipado para 2011. Mas, apesar do crescimento, os entrevistados – que variam de setores bancários, saúde, telecomunicações, entre outros – mencionaram dificuldades em encontrar ou manter funcionários de segurança.
Em média, as organizações têm 120 funcionários para o setor de TI.  Já as grandes empresas, com 5.000 ou mais empregados, têm uma média de 232 funcionários. Mas, segundo os entrevistados, na maior parte do tempo esse número foi insuficiente: 51% afirmaram enfrentar um “grande” problema para encontrar profissionais qualificados.
A dificuldade para encontrar o conhecimento correto foi um condutor em todas as formas de terceirização, incluindo o uso de alguns serviços de administração de segurança, que cerca de metade das organizações adotaram. Mas apenas metade delas ficou verdadeiramente “satisfeita” com os acordos de terceirização.
Além disso, 40% dos entrevistados disseram que suas organizações estavam usando aplicações na nuvem de alguma forma – ainda assim, 40% afirmaram que seria difícil prevenir ou reagir à perda de dados sob a estratégia de computação em nuvem da companhia. E, quando a pergunta foi “a sua estratégia de computação em nuvem aumenta ou diminui o risco de perdas de dados?”, 38% disseram que o risco seria maior, enquanto o restante se dividiu igualmente entre riscos menores ou mesma quantidade.
No setor de ciberataques e perdas de dados, três quartos dos entrevistados disseram que suas organizações foram atacadas nos últimos 12 meses, com 36% deles descrevendo o ataque como “um pouco ou muito eficiente”. O prejuízo anual causado pelos ciberataques chegou a mais de 2 milhões de dólares para as grandes empresas. Para resolver essa questão, atualizar os sistemas é a medida mais eficiente, segundo 87% dos entrevistados.
Já as perdas de dados foram atribuídas a várias fontes, incluindo externas (20%) e acidentes internos (15%). Fornecedores do setor de saúde registraram 58% de perdas de dados com exposição acidental de informações de paciente e 22% com roubos, incluindo roubos de identidades e até mesmo ataques de malware em equipamentos médicos.


http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/02/22/como-profissionais-de-seguranca-veem-cloud-e-virtualizacao/

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ex-funcionário: risco potencial para TI

As represálias de ex-funcionários contra seus empregadores são o motivo de maior preocupação para 75% dos gerentes de TI. É o que aponta o 12° estudo anual da Ernst & Young sobre Segurança da Informação.


A pesquisa, realizada com 1,9 mil empresários e diretores da área de comunicação de mais de 60 países, inclusive o Brasil, mostra que, dos 75% citados, 42% estão trabalhando para entender melhor os potenciais riscos que esta situação traz e 26% já estão tomando atitudes que possam minimizar a ameaça.


Apenas 7% disseram que o risco existia, mas medidas já foram tomadas e o risco foi mitigado, enquanto que 1/3 dos entrevistados afirmou estar “muito preocupado” com essa questão.


Além disso, 44% dos entrevistados disseram ter um sistema de gestão de segurança da informação ou estar implementando um, enquanto 32% estão avaliando a possibilidade de adotar uma solução dessa natureza.


Quando questionados como a gestão de riscos vem sendo tratada pelas empresas, 50% responderam que estão gastando mais verbas, enquanto 39% estão gastando o mesmo. Apenas 5% gastaram menos verba no setor, sendo que 6% não responderam.


Das empresas entrevistadas, 41% notaram um aumento nos ataques externos em seus sistemas, e 25% observaram aumento nos ataques internos – aqueles provocados por seus próprios funcionários, como abuso de privilégios e roubo e venda de informação.


No entanto a maior percentagem é ainda de empresas que não viram alterações nos números de ataques, 44%.


No Brasil, a tendência é similar à observada no restante do mundo: os respondentes brasileiros destacaram aumento das ameaças, sejam elas de origem externa (ataques aos sites, phishing) e ou interna (roubo de dados, abuso de privilégios, etc).


Devido ao aumento da ocorrência de vazamento de dados, a proteção de implementar ou aprimorar tecnologias nesse sentido é a segunda maior prioridade nos próximos 12 meses, destacada por 40% dos respondentes como um dos três temas centrais.


De acordo com a consultoria, um dos dados mais interessantes da pequisa se refere ao fato de que poucas companhias estão criptografando dados dos laptops: apenas 41%.


A pesquisa completa está disponível no link relacionado abaixo.


http://www.ey.com/Publication/vwLUAssets/12th_annual_GISS/$FILE/12th_annual_GISS.pdf


Fonte: http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514089

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Baixa de CSOs eleva negócios da Sec2B

Não está fácil encontrar um CSO (Chief Security Officer). Disso você já sabia, já que só no Sul a demanda por este tipo de profissional aumentou quatro vezes em 2009, conforme declarou o diretor da Mapper Consultoria, Rui Mello, ao Baguete em matéria publicada há poucos dias.


E para suprir esta necessidade crescente do mercado, a resposta é, claro, a formação de mais e mais executivos para este cargo. Pensando nisso, a porto-alegrense Sec2B agarrou o filão com unhas e dentes, chegando a oferecer o menor valor do mundo para treinamento e prova da certificação CISSP.

O menor valor do mundo

“Investimos fortemente, trazendo cursos da Módulo e firmando parceria com ISC², maior instituto do mundo na área de segurança e detentora do certificado CISSP, do qual somos os únicos fora de São Paulo a oferecer treinamento e prova no Brasil”, conta Giuliano Forlin, diretor Comercial da empresa. “Oferecemos o menor valor de mercado mundial para esta certificação”, garante.


De dois para nove
No último semestre, a companhia gaúcha foi a única da América Latina a realizar o treinamento e teste para a CISSP. Movimento que fez bem para todo o mercado: antes da prova, somente dois profissionais em atividade no Rio Grande do Sul possuíam a certificação. Agora, são nove.


Quadro que ainda pode melhorar, já que está agendado para 10 a 14 de maio um novo treinamento para esta certificação na empresa porto-alegrense e quatro pessoas já se inscreveram. A prova deverá acontecer no dia 19 do mesmo mês.


Além do preço
Para receber profissionais de todo o Brasil para a capacitação e prova da CISSP, como aconteceu na última edição, a empresa também investe na facilitação do pagamento, que pode ser feito em oito vezes sem juros.


Além disso, o foco do treinamento está muito mais na prática diária das funções de um gestor de segurança da informação do que na teoria.

Lançamento

E tem mais: em março, uma nova certificação estará no cardápio da Sec2B. Ainda sem nomenclatura definida, a titulação própria da empresa gaúcha será oferecida em formato modular.


“Ou seja, o profissional faz cada módulo conforme sua possibilidade e, ao final, é certificado no nível de gestor de segurança da informação”, ressalta Forlin.

Sumidade

Outro investimento da companhia no filão dos CSOs é a parceria com Anderson Ramos, um dos ases mundiais do segmento, com o maior número de certificados em IT Security do mundo - 16 -, segundo o diretor da Sec2B.


Além disso, o especialista conta com certificações em normas como ISO 17799, ISO 27001 e ISO 27002 e ISO 3100.


Reforço
E conforme Forlin, em breve outro especialista deverá se juntar ao time da Sec2B, já que Ramos vive na Alemanha, o que complica um pouco a freqüência de realização de treinamentos e provas.


Por enquanto, o nome do novo instrutor ainda não pode ser divulgado – tudo o que se sabe é que é aqui, do Rio Grande do Sul.


Fonte: http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513617

ISACA anuncia a nova certificação CRISC.



O ISACA (Information Systems Audit and Control Association) anunciou recentemente uma nova certificação para os profissionais da área de TI (Tecnologia da Informação), o CRISC (Certified in Risk and Information Systems Control). Esta nova certificação tem por objetivo reconhecer as competências e habilidades dos profissionais no gerenciamento de riscos por meio do desenvolvimento, implementação e manutenção de sistemas de informação (SI) controles.

A ISACA determinou o seguinte corpo de conhecimentos para a certificação:

• Risk identification, assessment and evaluation;
• Risk response;
• Risk monitoring;
• IS control design and implementation;
• IS control monitoring and maintenance.

Os Requerimentos para a certificação CRISC são:

1. Successful completion of the CRISC examination
2. Information systems auditing, control or security experience
3. Adherence to the Code of Professional Ethics
4. Adherence to the continuing professional education program

O programa Grandfathering, onde profissionais que já possuem a experiência necessária e podem receber a certificação sem efetuar o exame, terá início em Abril deste ano.


Além do CRISC, o ISACA disponibiliza o CISA (Certified Information Systems Auditor) voltado para profissionais de TI, o CISM (Certified Information Security Manager) voltado para gerentes de segurança da informação e o CGEIT (Certified in the Governance of Enterprise IT) voltado para profissionais de TI e de negócios com foco em Governança de TI.

Mais informações no website do ISACA.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

E a biometria cada vez mais perto de nós... (Fim do ATM Scam?)


"Bradesco expande biometria para reforçar segurança em caixas eletrônicos


Em 2010, empresa investirá 250 milhões reais nessa tecnologia, que substitui as senhas convencionais em transações bancárias nos terminais.
O Bradesco decidiu expandir o uso da biometria nos seus caixas eletrônicos para reforçar a segurança durante as transações. A instituição financeira estima que até o final de 2011 aproximadamente 70% dos seus ATMs estejam equipados com leitores que reconhecem os correntistas pelas veias da palma da mão.


Para atingir essa meta, o Bradesco investirá este ano 250 milhões reais na compra de mais oito mil terminais equipados com o sistema PalmSecure, desenvolvido pela fabricante japonesa Fujitsu. A tecnologia permite que os correntistas sejam identificados e autentiquem transações bancárias por meio da característica vascular da mão, capturada pelo sensor infravermelho do dispositivo.


Atualmente, segundo o vice-presidente de TI do Bradesco, Laércio Albino César, esse sistema está presente em 40% dos caixas eletrônicos do banco espalhados pelo Brasil. Ou seja, 12.500 dos 30.650 dos ATMs instalados em agências estão equipados com leitores da tecnologia de biometria adotada pelo banco.


Albino prevê chegar ao final de 2011 com uma base de 20 mil terminais eletrônicos equipados com o dispositivo PalmSecure. Com a disseminação da tecnologia, o Bradesco espera poder substituir as senhas convencionais durante as operações nos terminais de autoatendimento.


“Pensamos em eliminar as senhas porque constatamos que o reconhecimento biométrico é seguro. Em mais de dois anos, não registramos nenhum caso de fraude”, garante Albino.


Adesão dos clientes


O Bradesco iniciou os testes dos terminais eletrônicos com leitura biométrica da palma da mão em maio de 2006. Depois da experiência, na sede do banco, na Cidade de Deus em Osasco, a instituição estendeu a tecnologia para outras regiões.


Entretanto, para ser reconhecido biometricamente durante as transações nos ATMs, o correntista precisa fazer um cadastro em sua agência. De acordo com Albino, 1,5 milhão dos 22 milhões de clientes do Bradesco já aderiram ao sistema de autenticação. A expectativa do banco é de que até final de 2011 esse número aumente para 5 milhões.


Segundo Albino, boa parte dos clientes que se cadastraram para usar a biometria nos ATMs são aposentados que se sentem mais à vontade com a tecnologia por não precisarem mais decorar as senhas de letras, solicitada nas operações pelos terminais.


Além de ser mais segura que o uso de senha convencional, o executivo do Bradesco destaca que a biometria reduz o tempo gasto para realização das transações nos terminais, o que contribui para diminuir o tamanho das filas.


Interesse da Alemanha pelo modelo


A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) discute há algum tempo com seus associados o uso da biometria nos serviços bancários para aumentar a segurança. Entretanto, a instituição avalia outros métodos, além do adotado pelo Bradesco. Porém, ainda não há um consenso no setor sobre qual a tecnologia mais adequada.


No caso do Bradesco, Albino afirma que não há planos de implantação de outras tecnologias de biometria. “O Bradesco já definiu a leitura da palma da mão como a mais correta e casou com ela. Fizemos grandes investimentos nesse sistema, que já era adotado no Japão. Consideramos esse sistema o mais adequado”, diz o executivo.


O vice-presidente de TI do Bradesco afirma que uma demonstração de que o banco está no caminho certo é o fato de a Alemanha estar interessada em conhecer a experiência do banco brasileiro. Um especialista da instituição fará uma exposição sobre projeto do Bradesco naquele país para a associação de bancos local, que poderá vir a adotar o modelo."


http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/01/19/bradesco-expande-biometria-para-reforcar-seguranca-em-caixas-eletronicos/IDGNoticiaPrint_view/


=== § ===


ATM SCAM





Cada vez mais, as fraudes em ATM (ATM SCAM) serão reduzidas. Como dizem, o brasileiro é muito criativo, e as técnicas mais mirabolantes já foram vistas para executar estas fraudes, mas também muitas outras foram feitas para coibir.


Cabe manter as mesmas medidas sugeridas em ATM:


- Proteja a sua mão ao digitar a senha.
- Cuide para que ninguém esteja olhando sobre o seu ombro (shoulder surfing)
- E não aceite ajuda de estranhos. Pois eles podem copiar o seu cartão sem que você veja.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Chegam ao fim os '15 minutos' de fama de um criminoso no Facebook

Segue na íntegra:


"Craig Lynch (28) postava fotos com ofensas e fazia piada dos policiais da região. Inglês foi detido na noite da terça-feira (12/1).


Quando os condenados escapam da prisão, geralmente vão procurar algum lugar para se esconder e desaparecem dos olhos do público.


Há outros, como Craig "Lazie" Lynch, no entanto, que não conseguem resistir ao mundo da fama e proporcionam espetáculos públicos de si, ostentando o “brilho interior” com insultos a polícia. E então eles são pegos.


Lynch (28) cumpria uma sentença de sete anos por roubo armado na prisão de Hollesley Bay, um complexo de segurança em Suffolk, leste da Inglaterra. O presídio é descrito como uma "prisão aberta", tanto que em 23 de setembro Lynch passou literalmente para fora do estabelecimento.


O criminoso encheu rapidamente sua página no Facebook com fotos em que seu dedo do meio saldava os policiais da região. Estranhamente, ele também aparece sem camisa com um peru de Natal.


Tais atos impulsionaram uma base de cerca de 40 mil fãs, gerou camisetas, páginas na internet, canções tributo e muito possivelmente uma batida na porta dos executivos da TV na esperança de um reality show.


Mas, como os quinze minutos de fama passam rapidamente, os de Lynch também chegaram ao fim. A Scotland Yard o capturou na noite da última terça-feira (12/1) no sul da Inglaterra."

== § ==


Mais uma vez as pessoas leigas julgam que a internet, e a própria web, é uma terra sem lei, onde tudo é permitido, e que nunca serão pegos.


Mas felizmente cada vez mais é provado o contrário. Inclusive, e cada vez mais, a nossa Polícia Federal se destaca no cenário global nos crimes online. Vide: Polícia Federal prende quadrilha especializada em golpes via internet.


Gracias!